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terça-feira, 1 de setembro de 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

Sarau de Poesia - "Entre Livros e Poemas"

No passado dia 21 de março, realizou-se um encontro de amigos da Poesia, na Associação Cultural Jograis António Aleixo em Estoi. 

Foi um momento de reflexão e análise da Biografia do Poeta António Aleixo e leitura de algumas das suas quadras. O momento alto deste evento aconteceu com a leitura do "Romance de António Aleixo" escrito pelo Dr Joaquim Magalhães.



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Autor do mês - Eça de Queirós

O Escritor, Eça de Queirós


José Maria de Eça de Queirós nasceu na Póvoa do Varzim em 25 de Novembro de 1845 e faleceu em Paris a 16 de agosto de 1900. Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo é considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O Crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.
José Maria Eça de Queirós curiosamente (e escandalosamente para aquela época) foi registado como filho de José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós e de mãe ilegítima.
O seu nascimento foi fruto de uma relação ilegítima entre D. Carolina Augusta Pereira de Eça e do então delegado da comarca José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós. D. Carolina Augusta fugiu de casa para que a sua criança nascesse afastada do escândalo da ilegitimidade.
O pequeno Eça foi levado para casa de sua madrinha, em Vila do Conde, onde permaneceu até aos quatro anos. Em 1849, os pais do escritor legitimaram a sua situação, contraindo matrimónio. Eça foi então levado para casa dos seus avós paternos, em Aveiro, onde permaneceu até aos dez anos. Só então se juntou aos seus pais, vivendo com eles no Porto, onde efectuou os seus estudos secundários.
Em 1861, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Aqui, juntou-se ao famoso grupo académico da Escola de Coimbra que, em 1865, se insurgiu contra o grupo de escritores de Lisboa, a apelidada Escola do Elogio Mútuo.
Esta revolta dos estudantes de Coimbra é considerada como a semente do realismo em Portugal. No entanto, esta foi encabeçada por Antero de Quental e Teófilo Braga contra António Feliciano de Castilho, pelo que, na Questão Coimbrã, Eça foi apenas um mero observador.
Terminou o curso em 1866 e fixou-se em Lisboa, exercendo simultaneamente advocacia e jornalismo. Dirigiu o Distrito de Évora e participou na Gazeta de Portugal com folhetins dominicais, que seriam, mais tarde, editados em volumes com o título Prosas Bárbaras.
Em 1869 decidiu assistir à inauguração do Canal do Suez. Viajou pela Palestina e daí recolheu variada informação que usou na sua criação literária, nomeadamente nas obras O Egipto e A Relíquia.
Por influência do seu companheiro e amigo universitário, Antero de Quental, entregou-se ao estudo de Proudhon e aderiu ao grupo do Cenáculo. Em 1870, tomou parte ativa nas Conferências do Casino (marca definitiva do início do período realista em Portugal) e iniciou, juntamente com Ramalho Ortigão, a publicação dos folhetins As Farpas.
Decidiu entrar para o Serviço Diplomático e foi Administrador do Concelho em Leiria. Foi na cidade do Lis que elaborou O Crime do Padre Amaro. Em 1873 é nomeado Cônsul em Havana, Cuba. Dois anos mais tarde, foi transferido para Inglaterra, onde residiu até 1878. Foi em terras britânicas que iniciou a escrita d` O Primo Basílio e começou a arquitectar Os Maias, O Mandarim e A Relíquia. De Bristol e Newcastle, onde residia, enviou frequentemente correspondência para jornais portugueses e brasileiros. No entanto, a sua longa estadia em Inglaterra encheu-o de melancolia.
Em 1886, casou com D. Maria Emília de Castro, uma senhora fidalga irmã do Conde de Resende.
Em 1888 foi transferido para o consulado de Paris. Publica “Os Maias” e chega a publicar na imprensa “Correspondência de Fradique Mendes” e “A Ilustre Casa de Ramires”.
Nos últimos anos, escreveu para a imprensa periódica, fundando e dirigindo a Revista de Portugal. Sempre que vinha a Portugal, reunia em jantares com o grupo dos Vencidos da Vida, os acérrimos defensores do Realismo que sentiram falhar em todos os seus propósitos.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dicionário Ilustrado de Português

Apresentação pública do Dicionário Ilustrado de Português da autora e ilustradora, Maria Libéria Matos.
No passado dia 24 de fevereiro foi apresentado na Biblioteca Municipal de Faro, um novo Dicionário de Português em imagens.
Após um breve momento de agradecimentos, a professora Libéria Matos, deu a palavra às professoras, Ana Paula Machado e Maria Luísa Madeira, que teceram algumas considerações, acerca deste projeto.
A apresentação deste projeto ficou a cargo do Professor Doutor José Carlos Vilhena Mesquita, que conforme que fez uma apresentação pormenorizada deste trabalho.
Dicionário em imagens da autoria de Maria Libéria Matos e publicado pela editora Lidel, já se encontra disponível nas livrarias de todo o país.
 
 
 
 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Autor do mês: Maria Teresa Maia Gonzalez

AUTOR DO MÊS
Como Autor do Mês resolvemos escolher uma das grandes escritoras de literatura juvenil, Maria Teresa Maia Gonzalez, autora da obra de grande prestígio” Lua de Joana”, já traduzido para diversas línguas.

Nascida no ano de 1958, em Coimbra, Maria Teresa Maia Gonzalez estudou na faculdade de Letras da Universidade Clássica, em Lisboa, onde se licenciou em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses, tendo sido professora de Língua Portuguesa entre 1982 e 1997.
 

Na sua carreira de autora conta já com inúmeros livros editados dos quais se destaca “A Lua de Joana”, sendo o seu maior sucesso editorial. Foi publicado em Lisboa, outubro de 1994, conta já com 17 edições e 250 000 exemplares vendidos (editado também na Alemanha, Bulgária, Albânia, Espanha e China).

Já publicou vários livros, como é caso de “Gaspar & Mariana”, “A Fonte dos Segredos”, “O Guarda da Praia”, “O Incendiário Misterioso”, “Histórias com Jesus” e “A Cruz Vazia”.

É também a autora da Coleção Profissão: Adolescente, onde conta com 26 títulos publicados, todos várias vezes reeditados, e é com Maria do Rosário Pedreira, coautora da Coleção “O Clube das Chaves”, de que foram publicados 21 volumes.

Os seus livros têm a particularidade de refletir assuntos relacionados com a juventude. Na sua escrita são visíveis as situações com que os jovens se defrontam diariamente, na linguagem própria deste nível etário, evocando os sentimentos e as dúvidas que os preocupam, revelando também uma grande sensibilidade e atualidade em relação aos mesmos.